O Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e) é um documento digital que centraliza as informações de transporte de mercadorias, ajudando a reduzir o tempo de fiscalização nas estradas e garantindo mais organização e agilidade para o seu negócio.
Com o vhsys, você conta com um emissor de MDF-e online simples e intuitivo, que facilita o preenchimento dos dados e a emissão do manifesto em poucos cliques.
Acompanhe este passo a passo e veja como é rápido e prático emitir seu MDF-e pelo vhsys.
Neste artigo você vai aprender:
- Requisitos para emitir MDF-e
- Configurar o MDF-e no vhsys
- Acessando e criando um Manifesto
- Como preencher um Manifesto de Transporte
- Informações do produto predominante
- Informações de carregamento
- Informações de percurso
- Informações de descarregamento
- Totalizadores
- Informações do modal rodoviário
- Condutores
- Reboque
- Código identificador da operação de transporte
- Contratante
- Vale pedágio
- Informações de seguro
- Informações do pagamento do contrato (opcional)
- Gerenciar seu MDF-e
1. Requisitos para emitir MDF-e
Para emitir o Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e), sua empresa precisa atender às exigências da SEFAZ (Secretaria da Fazenda). Confira:
- Ter acesso à internet, já que a emissão é feita online.
- Estar credenciado para emissão de CT-e ou MDF-e na Secretaria da Fazenda do seu estado.
- Possuir um certificado digital válido, que garante a autenticidade das informações.
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2. Configurar o MDF-e no vhsys
Antes de realizar a emissão de um Manifesto, é necessário que o seu vhsys esteja devidamente configurado para a emissão, para isso:
- Acesse “Configurações”.
- Clique em “Parâmetros do sistema”.
- Localize a opção “Transportes”.
- Preencha os dados em “Numerações”.
- Clique em “Salvar configurações”.

3. Acessando e criando um Manifesto
Para criar o seu Manifesto de Transporte:
- Acesse o menu “Transporte”.
- Clique em “Manifesto de Transportes”.
- Clique em “Adicionar MDF”.

Prontinho, você será direcionado para a tela “Dados do MDF-e”.
4. Como preencher um Manifesto de Transporte
Ao acessar a Tela do Manifesto teremos algumas informações para preencher. Vamos iniciar pela parte de “Informações gerais”.

-
Tipo do transportador: campo para escolher o tipo de transportador responsável pelo transporte da carga. Podendo ser:
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- ETC (Empresa de Transporte Rodoviário de Cargas): usado quando a sua empresa está fazendo o transporte com recursos próprios.
- TAC (Transportador Autônomo de Cargas): usado quando foi contratado um "freteiro" autônomo, pessoa física.
- CTC (Cooperativa de Transporte de Cargas): usado quando o serviço de frete foi contratado por meio de uma cooperativa.
-
Data e hora da emissão: preenchida automaticamente para informar a data e a hora da emissão do manifesto.
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Série: número de série do documento fiscal.
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Número: número sequencial do documento.
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UF do carregamento: serve para indicar o estado (Unidade Federativa) onde a carga será carregada (início).
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UF do descarregamento: serve para indicar o estado (Unidade Federativa) onde a carga será descarregada (destino).
-
Observações: campo de texto livre para registrar observações adicionais relacionadas ao transporte.
Dica:
A série e o número do MDF-e precisam estar previamente cadastrados, conforme passo anterior. Qualquer dúvida sobre o preenchimento dos dados do MDF-e, entre em contato com o seu contador.
5. Informações do produto predominante
Preencha as informações do produto predominante:

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Tipo da carga: define a natureza da carga transportada. Selecione a opção que melhor representa sua carga (ex.: granel sólido, líquido, frigorificada, carga geral, granel pressurizada, etc.).
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Informações da carga lotação: campo usado para descrever a carga predominante quando o MDF-e for de lotação (transporte exclusivo para um único contratante). Se não for carga lotação, pode deixar em branco.
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Descrição do produto: identificação do produto predominante da carga. Escreva uma descrição clara e objetiva (ex.: “Cimento Portland”, “Soja a granel”).
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Código GTIN/EAN: código de barras do produto. Saiba mais sobre o GTIN clicando aqui.
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NCM: código da Nomenclatura Comum do Mercosul, usado para identificar mercadorias. Verifique na nota fiscal ou com o contador para evitar erros fiscais.
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CEP de carregamento: CEP do local onde a carga foi embarcada. Se não tiver o CEP, use as coordenadas geográficas.
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Latitude do carregamento: coordenada geográfica do ponto de carregamento. Apenas se não informar o CEP.
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Longitude do carregamento: coordenada geográfica complementar da latitude. Apenas se não informar o CEP.
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CEP de descarregamento: CEP do local onde a carga será entregue.
Sempre confirme o CEP antes de emitir para evitar inconsistências. -
Latitude do descarregamento: coordenada geográfica do ponto de entrega. Apenas se não informar o CEP.
-
Longitude do descarregamento: coordenada geográfica complementar da latitude. Apenas se não informar o CEP.
6. Informações de carregamento
Você deve informar o município de carregamento.

Digite o nome da cidade onde o carregamento vai começar. Este campo é obrigatório para a emissão do documento.
Precisa adicionar mais de um local ou corrigir alguma informação? Sem problemas!
- Para adicionar uma nova cidade: se a sua carga for coletada em mais de um município, clique na opção "+ adicionar outro município de carregamento". O sistema abrirá um novo campo para você preencher.
- Para remover uma cidade: caso tenha digitado um município por engano ou precise apagar a linha, basta clicar no ícone de lixeira que aparece no canto direito do campo.
7. Informações de percurso
Liste os estados (UFs) pelos quais o veículo irá passar durante o trajeto, ou seja, aqueles que estão entre o estado de origem e o de destino.

No campo "UF de percurso", clique na seta para abrir a lista suspensa e selecione o estado pelo qual o veículo irá passar. No exemplo da imagem, o primeiro estado do percurso é o “Paraná”.
Se o percurso envolver mais de um estado, clique em "+ adicionar outra UF de percurso". Uma nova linha aparecerá para você selecionar o próximo estado da rota, como "Santa Catarina" no exemplo.
Se você adicionar um estado por engano, basta clicar no ícone de lixeira ao lado do campo para excluí-lo.
8. Informações de descarregamento
Dependendo do documento que você tiver em mãos para o descarregamento, as regras de preenchimento de alguns campos do seu MDF-e podem mudar um pouco:

Regras para o MDF-e (nota fiscal)
Quando o documento for nota fiscal, no campo “Tipo de Emitente” você deve escolher: “2 - Transportador de carga própria”.
Se você marcar “2 - Transportador de carga própria”, então no campo “Tipo de Transportador” (no começo da tela em “Informações gerais”), você só pode escolher:
- 2 - TAC (Transportador Autônomo de Carga)
- ou deixar o campo em branco.
Se o “Tipo de Transportador” for “2 - TAC” ou estiver em branco: você não precisa preencher os campos "Vale Pedágio" e "Informações de Seguro" (eles ficam desativados).
Regras para o MDF-e (Conhecimento de Transporte – CT-e)
Quando o documento for um Conhecimento de Transporte (CT-e), no campo "Tipo de Emitente" você deve escolher: "1 - Prestador de serviço de transporte".
Se você marcar "1 - Prestador de serviço de transporte", então no campo "Tipo de Transportador" (no começo da tela em “Informações gerais”), você só pode escolher:
- 1 - ETC (Empresa de Transporte Rodoviário de Cargas)
- ou 3 - CTC (Cooperativa de Transporte Rodoviário de Cargas).
Se o "Tipo de Transportador" for "1 - ETC" ou "3 - CTC": você deve preencher obrigatoriamente os campos Vale Pedágio e Informações de Seguro.
9. Totalizadores

- Total CT-e: mostra a quantidade total de Conhecimentos de Transporte Eletrônicos (CT-e) que foram incluídos neste manifesto. No exemplo, o número é 1, indicando que a operação contém um único CT-e.
- Total NF-e: aqui é exibida a soma de todas as Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e) vinculadas. O valor 0 significa que, nesta operação específica, não foi adicionada nenhuma NF-e avulsa.
- Valor total da carga: é o valor monetário somado de todas as mercadorias que estão sendo transportadas.
- Peso bruto total da carga: corresponde ao peso bruto total de todos os produtos da carga.
- Unidade: especifica a unidade de medida do peso.
10. Informações do modal rodoviário
Nesta primeira parte, você deve preencher os dados de identificação do veículo:

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RNTRC: é o Registro Nacional de Transportadores Rodoviários de Carga.
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Código de agendamento de porto: um campo específico para operações que envolvem portos.
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Tipo de carroceria: selecione o modelo da carroceria (no exemplo, "02 - Fechada/Baú").
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Tipo de rodado: escolha o tipo de rodado do veículo (no exemplo, "01 - Truck").
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Placa do veículo: preencha com o número da placa do veículo.
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UF do veículo: informe o estado de registro do veículo.
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Tara: o peso do veículo vazio (Tara) em toneladas.
-
O veículo não pertence à empresa emitente do MDF-e: temos as seguintes opções:
- Se o veículo pertence à sua empresa (frota própria): deixe esta caixa desmarcada. Você só precisa preencher a primeira parte com os dados do veículo.
- Se o veículo é de um terceiro (agregado, contratado, etc.): ao marcar a caixa, o sistema exibe campos adicionais para que você identifique o proprietário do veículo, garantindo a organização e a conformidade legal da sua operação.
Conforme a imagem, você deve preencher:
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- Razão social ou nome: o nome ou a razão social do dono do veículo.
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CPF/CNPJ: o documento do proprietário.
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Inscrição estadual: a inscrição estadual do proprietário. Caso ele não possua, marque a opção "ISENTO".
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RNTRC: o RNTRC do proprietário do veículo.
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UF do veículo: o estado de registro do veículo.
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Tipo proprietário: o tipo de vínculo do proprietário. No exemplo, está selecionado "0 - TAC Agregado" (Transportador Autônomo de Cargas Agregado).
11. Condutores

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Nome do condutor: você deve inserir o nome completo do motorista.
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CPF do condutor: digite o número do CPF do mesmo motorista.
Precisa incluir mais de um motorista na mesma viagem? O sistema oferece total flexibilidade:
- Adicionar outro condutor: se o trajeto exigir revezamento ou mais de um motorista, basta clicar no link "+ adicionar outro condutor". Uma nova linha será exibida para que você possa inserir os dados do próximo profissional.
- Remover um condutor: se você inseriu um motorista por engano ou precisa fazer uma alteração, clique no ícone de lixeira no canto direito da linha para excluir o registro.
12. Reboque
Aqui você deve registrar as informações de cada reboque ou semi-reboque que está acoplado ao veículo principal.

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Placa: insira a placa de identificação do reboque.
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Tipo de carroceria: selecione o modelo da carroceria do implemento
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UF: escolha o estado onde o reboque está registrado.
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Capacidade: Informe a capacidade de carga do reboque (geralmente em quilogramas).
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Tara: digite o peso do reboque vazio, em toneladas.
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Sou proprietário?: responda se o reboque é de propriedade da sua empresa. Caso você marque como “Não”, será necessário preencher as informações:
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Razão social ou nome: o nome ou a razão social do dono do veículo.
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CPF/CNPJ: o documento do proprietário.
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Inscrição estadual: a inscrição estadual do proprietário. Caso ele não possua, marque a opção "ISENTO".
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RNTRC: o RNTRC do proprietário do veículo.
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UF do veículo: o estado de registro do veículo.
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Tipo proprietário: o tipo de vínculo do proprietário. No exemplo, está selecionado "0 - TAC Agregado" (Transportador Autônomo de Cargas Agregado).
Precisa adicionar mais de um reboque?
- Para adicionar outro reboque: se a sua operação utiliza um bitrem ou rodotrem, por exemplo, basta clicar em "+ adicionar outro reboque". Uma nova linha será criada para você inserir os dados do próximo implemento.
- Para remover um reboque: caso tenha inserido alguma informação incorreta, é só clicar no ícone de lixeira no final da linha para excluí-la.
13. Código identificador da operação de transporte
O CIOT (Código Identificador da Operação de Transporte) é um número gerado para registrar e regularizar o pagamento do frete a um Transportador Autônomo de Cargas (TAC). Informá-lo no Manifesto de Carga (MDF-e) é uma exigência da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

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CIOT: você deve digitar a sequência numérica do código que foi gerado para a sua operação de frete.
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CPF/CNPJ: informe o documento (CPF ou CNPJ) do responsável pela geração do CIOT, que geralmente é a empresa contratante do serviço ou uma administradora de pagamentos de frete.
Precisa adicionar mais de um código?
- Adicionar outro CIOT: Se a sua operação envolve diferentes contratos de frete que exigem códigos separados, clique em "+ adicionar outro CIOT" para abrir uma nova linha e registrar as informações adicionais.
- Remover um CIOT: Caso tenha digitado um código incorreto ou precise remover uma linha, basta clicar no ícone de lixeira no lado direito.
14. Contratante
O preenchimento é bem direto e ajuda a formalizar a sua operação. Veja o que preencher em cada campo:

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Contratante: Neste campo, você deve inserir a razão social (se for uma empresa) ou o nome completo (se for uma pessoa física) de quem contratou o transporte.
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CPF/CNPJ: Aqui, você informa o documento correspondente ao contratante (o CNPJ para empresas ou o CPF para pessoas físicas).
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Identificador: Este campo tem uma finalidade específica. Ele deve ser preenchido com o número de identificação do contratante caso ele seja estrangeiro e, portanto, não possua CPF ou CNPJ.
Sua operação envolve mais de um contratante?
- Para adicionar outro contratante: se houver mais de um responsável pelo contrato de frete, basta clicar em "+ adicionar outro contratante" para incluir as informações de cada um.
- Para remover um contratante: se você preencheu alguma informação por engano, é só clicar no ícone de lixeira no final da linha para excluí-la.
15. Vale pedágio
Esta área é fundamental para a segurança jurídica da sua operação, pois nela registramos as informações do Vale-Pedágio Obrigatório, uma exigência da legislação brasileira (ANTT) para o transporte rodoviário de cargas.

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Categoria de combinação veicular: neste campo, você seleciona o tipo de veículo que será utilizado no transporte.
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CNPJ do fornecedor: aqui, você deve inserir o CNPJ da empresa que forneceu a solução de pagamento de pedágio (por exemplo: Sem Parar, ConectCar, Veloe, etc.).
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CPF/CNPJ do resp: informe o documento do responsável pela aquisição do vale-pedágio, que geralmente é a empresa ou pessoa que contratou o frete (embarcador).
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IDVP: Insira o número de identificação da compra do vale-pedágio, ou seja, o comprovante da transação fornecido pela empresa fornecedora.
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Valor do vale: preencha com o valor total do crédito de pedágio adquirido para a viagem.
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Tipo do vale: pelecione o formato do vale-pedágio. No exemplo, está selecionado "01 - TAG", o método mais comum atualmente.
Precisa registrar mais de um vale-pedágio?
O sistema oferece flexibilidade para a sua gestão:
- Adicionar outro vale pedágio: caso a operação envolva mais de um fornecedor ou comprovante, clique em "+ adicionar outro vale pedágio" para inserir um novo registro.
- Remover um registro: se cometeu um erro, basta clicar no ícone de lixeira no final da linha para excluí-la.
16. Informações de seguro

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Responsável: neste campo, selecione quem é o responsável pela contratação do seguro da carga.
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CPF/CNPJ resp.: preencha com o documento (CPF ou CNPJ) da empresa ou pessoa que você selecionou como responsável.
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Seguradora: digite o nome da companhia de seguros onde a apólice foi emitida.
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CNPJ seguradora: informe o CNPJ da companhia de seguros.
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Núm. apólice: insira o número de identificação da apólice de seguro que cobre esta carga.
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Núm. averbação: preencha com o número da averbação. Este é o registro que comprova que esta carga específica foi comunicada à seguradora e está oficialmente coberta pela apólice.
Precisa incluir mais de uma apólice?
- Adicionar outro seguro: se a carga estiver coberta por mais de um seguro, clique em "+ adicionar outro seguro" para abrir uma nova linha e inserir os dados da outra apólice.
- Remover um seguro: caso tenha inserido alguma informação por engano, basta clicar no ícone de lixeira no final da linha para excluí-la.
17. Informações do pagamento do contrato (opcional)

- Nome do responsável: nome completo da pessoa física ou jurídica responsável pelo pagamento.
- CPF/CNPJ: documento de identificação do responsável pelo pagamento.
- Identificador do responsável: usado em casos especiais, como responsáveis estrangeiros sem CPF/CNPJ no Brasil.
- Banco: instituição financeira onde será feito o pagamento.
- Agência: número da agência bancária vinculada à conta.
- CNPJ da instituição: CNPJ do banco ou instituição financeira.
- Chave PIX: chave de identificação para transferências via PIX (e-mail, CPF/CNPJ, telefone ou chave aleatória).
- Tipo do componente: categoria ou tipo de valor do contrato (ex.: frete, taxa, vale pedágio).
- Valor do componente: valor em reais de cada componente do contrato.
- Descrição do componente: campo livre para detalhar melhor o componente (ex.: “Parcela 1”, “Taxa administrativa”).
- Valor total: valor total do contrato, considerando todos os componentes adicionados.
- Forma de pagamento: define como será feito o pagamento (ex.: à vista, parcelado).
Agora que você já preencheu as informações do seu MDF-e, clique em “Salvar e emitir”.
18. Gerenciar seu MDF-e
Após a emissão da sua nota fiscal, o MDF-e lançado ficará com um ícone de NF ao lado. Nele você encontra algumas opções:

Assim que você abre a opção, aparecem as informações de “Chave de acesso”, “Protocolo” e “Usuário”, além do botão que direciona para “Visualizar a situação do MDF-e” para que você consiga consultar mais informações sobre o seu MDF-e.
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Baixar DAMDFE: você consegue baixar a representação impressa desse MDF-e.

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Baixar XML: baixe o arquivo no formato XML desse MDF-e
-
Encerrar MDF-e: informar oficialmente ao fisco que a viagem acabou e que aquele Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais não está mais em uso. Garante que o documento não fique “aberto” no sistema, evitando problema em fiscalizações futuras. Dá baixa oficial na viagem, mostrando que as mercadorias foram entregues.
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Cancelar MDF-e: essa opção só é válida no máximo até 24h após a emissão do mesmo.
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Pgto.transporte: informe o pagamento do TAC, conforme a relação de viagens realizadas. É como se fosse um “recibo digital” que mostra quem pagou, como pagou e quando pagou o serviço de transporte.
Ainda na listagem dos MDF-e, na parte superior temos várias opções.
- Excluir: clique nele para excluir um MDF-e. Lembrando que só é possível excluir um MDF-e que ainda não foi transmitido.
- Importar: importe o XML do seu MDF-e que você emitiu em algum outro sistema.
- Mais Ações: você pode clicar em “Imprimir” que vai te direcionar para o “Relatório de manifesto de documentos fiscais eletrônico” e um atalho para a tela de “Pgto. Transporte”.
Já no botão de “Ações”, a listagem pode variar conforme o status. Se o status for atendido, por exemplo, será assim:
- Abrir opções: é um atalho para as opções do ícone de “NF”.
- Copiar MDF-e: use essa opção para duplicar rapidamente um MDF já cadastrado. Assim, você não precisa preencher todas as informações do zero. O sistema cria uma nova ficha com os mesmos dados e você pode ajustar apenas o que for diferente.
- Pré-visualizar MDF-e: mostra como o seu MDF-e vai ficar ao ser emitido.
- Reenviar MDF-e: você enviar um novo e-mail contendo o XML e o PDF do MDF-e
- Alterar status: você pode alterar a “Situação” do seu MDF-e para “Em Aberto”, “Em Andamento”, “Atendido” e “Encerrado”.

Atenção
Nosso sistema já está em conformidade com a NT 2025.001, garantindo que você possa emitir MDF-e sem riscos de rejeição ou penalidades da Sefaz e ANTT. Essa atualização assegura mais segurança, transparência e controle nas operações de transporte.
Quer entender em detalhes o que mudou e como isso impacta o seu negócio? Confira nosso artigo completo no blog:
Nota Técnica 2025.001 do MDF-e: saiba o que mudou
Se você ainda tiver alguma dúvida, pode falar com o nosso time de suporte pelo chat ou pelos outros canais de atendimento. Estamos aqui para te ajudar!
Muito sucesso para o seu negócio e até breve. 😃